Por: Redação Alvoroço

O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo baiano, ACM Neto (União), criticou a falta de atitude do governador Jerônimo Rodrigues (PT) diante do aumento dos preços de combustíveis no estado.
O posicionamento ocorre após o reajuste no preço da gasolina e no aumento de quase 20% do diesel feito Refinaria de Mataripe, administrada pela Acelen, observando a instabilidade internacional diante da guerra no Oriente Médio.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, o ex-prefeito destaca que o aumento dos preços é multiplicado por três na Bahia. “É um governo que não sente as dores do povo. Não bastasse aos baianos o castigo da carestia nas feiras, nos supermercados e nos shoppings, vem agora o aumento do preço dos combustíveis”, disse.
ACM Neto também classifica o governo baiano de incompetente e omisso diante das sucessivas altas dos preços nos postos de combustíveis, apontando que o problema é exclusivamente baiano devido ao monopólio de produção e distribuição dos derivados de petróleo.
“O recente aumento do preço dos combustíveis é causado de fato pela guerra lá no Oriente Médio. Mas o que aconteceu nos últimos dias nas bombas dos postos da Bahia é também efeito de outra guerra, essa bem baiana”, declarou.
O ex-prefeito cita a falta de fiscalização do governo estadual como “algo que está facilmente ao alcance de suas mãos”, para combater o repasse dos preços aos consumidores, mesmo sem receber novos estoques, após o conflito ter iniciado, destacando que Jerônimo ficou mais “ocupado em elogiar as medidas paliativas anunciadas pelo governo federal”.
ACM Neto associa o aumento dos combustíveis a outros indicadores sociais na Bahia. “É assim que o governo Jerônimo age em tudo, porque é um governo que não sente as dores do povo. É por isso que a violência tomou conta do nosso estado e temos o maior número de homicídios do país”, disse.
“Ter a gasolina mais cara do país é apenas mais uma gota nesse oceano amargo. Mas, se Deus quiser, isso vai mudar”, concluiu ACM Neto, ao mencionar que este cenário pode mudar no futuro.