
O governo Lula pensa em um novo modelo de financiamento para aumentar a compra de imóveis pela classe média. A intenção dessa medida é aumentar a baixa popularidade do presidente entre os mais pobres.
Faltando pouco mais de um ano até as próximas eleições presidenciais, a popularidade do presidente está em queda. Essa medida visa chegar ao público mais pobre e flexibilizar o volume de dinheiro que está na poupança do Banco Central. Para assim, na visão do governo, melhorar a condição dos contratos corrigidos pelo Índice de Preço ao Consumidor (IPCA).
Um ensaio dessa proposta, liderada pelo Banco Central (BC), já foi enviado para o Presidente da República. Lula pediu velocidade na formatação do novo modelo de financiamento habitacional, muito por pensar que, esta medida, pode alavancar os seus números visando a eleição presidencial de 2026.
Segundo informações do portal O Globo, a poupança é a principal fonte de recursos para conseguir crédito imobiliário pelas pessoas. Mas, esse modelo está caindo em desuso junto com a redução no saldo da caderneta por causa do aumento do acesso da população a aplicações financeiras mais rentáveis.
A proposta do Banco Central (BC) visa atuar com prioridade em duas frentes: a primeira é permitir uma flexibilização que os bancos precisam seguir para aplicação dos recursos captados via poupança, o BC faria os bancos usarem a mesma quantia em qualquer aplicação e com bônus mais altos.
A outra frente seria a possibilidade de tirar o pedaço de direcionamento obrigatório aos recursos devolvidos aos bancos depois que os clientes pagam as parcelas desta moradia. A diferença neste lucro dos bancos seria usada na precificação visando diminuir a taxa de juros do crédito imobiliário.
A diferença nos lucros dos bancos com a aplicação livre seria usada na precificação dos imóveis e diminuir os juros do crédito imobiliário. Assim, reduziria as taxas e estimularia o número das novas moradias adquiridas pelas pessoas.
Fonte: Bnews.