Cabocla e Caboclo de branco exaltam cultura da paz

Presidente da Fundação Gregório de Matos explica novidade como contraponto às guerras do mundo

Foto: Gabriela Araújo/Ag A Tarde.

Neste ano, o desfile do 2 de Julho não tem um tema específico. Segundo o presidente da Fundação Gregório de Matos (FGM), Fernando Guerreiro, a ideia é aproximar a festa da população.

“A gente não colocou símbolos históricos no tema, nada. Eu sou Dois de Julho. Por que? Porque isso traz a população. Todos nós fazemos parte desse movimento. Todos nós somos responsáveis em manter essa memória dessa festa tão importante da independência do Brasil na Bahia”, diz Guerreiro.

A proposta pode ser vista também nas vestimentas da Cabocla e do Caboclo, que neste ano desfilam de branco.

“Porque a gente precisa reverenciar a paz. Nesse momento que a gente esta aí com guerra estourando em tudo quanto é quanto, nós temos atualmente três, é bom que a gente venha com essa cultura da paz”, justifica o dramaturgo.

Foto: Gabriela Araújo/Ag A Tarde.
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DOIS DE JULHO

Cabocla e Caboclo de branco exaltam cultura da paz

Presidente da Fundação Gregório de Matos explica novidade como contraponto às guerras do mundo

Alan Rorigues, Gabriela Araújo e Cássio Moreira

Por Alan Rorigues, Gabriela Araújo e Cássio Moreira

02/07/2025 – 6:48 h | Atualizada em 02/07/2025 – 8:39

Cabocla e do Caboclo neste ano desfilam de branco.

Cabocla e do Caboclo neste ano desfilam de branco. – Foto: Gabriela Araújo / Ag. A TARDE

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Neste ano, o desfile do 2 de Julho não tem um tema específico. Segundo o presidente da Fundação Gregório de Matos (FGM), Fernando Guerreiro, a ideia é aproximar a festa da população.

“A gente não colocou símbolos históricos no tema, nada. Eu sou Dois de Julho. Por que? Porque isso traz a população. Todos nós fazemos parte desse movimento. Todos nós somos responsáveis em manter essa memória dessa festa tão importante da independência do Brasil na Bahia”, diz Guerreiro.

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A proposta pode ser vista também nas vestimentas da Cabocla e do Caboclo, que neste ano desfilam de branco.

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“Porque a gente precisa reverenciar a paz. Nesse momento que a gente esta aí com guerra estourando em tudo quanto é quanto, nós temos atualmente três, é bom que a gente venha com essa cultura da paz”, justifica o dramaturgo.

Imagem ilustrativa da imagem Cabocla e Caboclo de branco exaltam cultura da paz

| Foto: Gabriela Araújo / Ag. A TARDE

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Força da periferia

Fernando Guerreiro, reforçou a potência da cultura nas periferias de Salvador e a necessidade de investimentos na região.

“Eu acho que Salvador é uma cidade que tem um movimento cultural fortíssimo na periferia. Então, a gente tem o projeto de Boca de Brasa, que já é um projeto exitoso, que é justamente para trazer esse apoio para a cultura da periferia e tentar romper esse estigma de que periferia é palco de violência e de tragédia”, iniciou Fernando Guerreiro.

Foto: Gabriela Araújo/Ag A Tarde.

Guerreiro ainda citou o surgimento de grandes movimentos culturais e musicais na periferia, a exemplo do axé music.

“Os grandes movimentos artistas de Salvador, os grandes artistas saíram da periferia. Então, hoje é uma região da cidade riquíssima”, afirmou.

Fonte: A Tarde.