Aumento entrou em vigor neste domingo (1º) e é o maior desde que a Acelen assumiu a Refinaria de Mataripe, em 2021, segundo sindicato dos revendedores.
Por: Redação Alvoroço

O gás de cozinha ficou mais caro na Bahia a partir deste domingo (1º), após um reajuste de 17,5% no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) vendido às distribuidoras. A alta deve provocar um aumento de R$ 12 a R$ 15 no valor final do botijão pago pelos consumidores.
De acordo com Robério Souza, presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (Sinrevgas), o reajuste é o maior registrado no estado desde que a Acelen assumiu a administração da Refinaria de Mataripe, em dezembro de 2021.
O aumento afeta a cadeia de distribuição e comercialização do produto e pode ser repassado aos consumidores conforme a política de preços adotada pelos revendedores.
Acelen atribui reajuste a fatores de mercado
Em nota, a Acelen informou que o preço da tonelada do GLP comercializado com as distribuidoras passou de R$ 3.971,60 para R$ 4.664,90.
A empresa afirmou que sua política de preços considera fatores como as cotações internacionais do petróleo, os custos de frete e as variações cambiais.
Este é o sétimo reajuste do gás em 2026
O aumento anunciado para novembro é o sétimo reajuste do gás de cozinha contabilizado na Bahia em 2026 e representa a maior variação percentual do ano.
Ao longo dos últimos meses, o preço do produto passou por oscilações. Em abril, houve uma alta de 15,2%, seguida por outro aumento, de 9,59%, em junho. Nos meses de julho e agosto, foram registradas reduções pontuais.
Com a nova elevação, o consumidor baiano deverá desembolsar mais para comprar o botijão de gás, item essencial no orçamento doméstico.