Spaniel francês chamado Lazare aguardava validação do Guinness World Records e chamou atenção internacional pela longevidade
Por: Redação Alvoroço

Um cachorro que vinha sendo apontado por seus tutores como possível detentor do título de cão mais velho do mundo morreu aos 30 anos no interior da França. O caso ganhou repercussão internacional nos últimos meses e reacendeu discussões sobre longevidade animal e critérios de validação de recordes.
Segundo reportagem publicada pelo jornal O Globo, o animal era um spaniel francês chamado Lazare. Ele vivia há décadas com a mesma família e vinha sendo acompanhado por veterinários da região. A idade avançada do cão surpreendia especialistas e motivou a inscrição do animal no processo de análise do Guinness World Records.
A morte de Lazare ocorreu na quinta-feira (14) e foi confirmada nesta sexta-feira pela tutora, Ophélie Boudol. Apesar de ainda não ter recebido reconhecimento oficial como o cão mais velho do mundo, o animal já despertava curiosidade e atenção de pesquisadores e amantes de pets em diferentes países.
Especialistas destacam que a expectativa de vida dos cães varia conforme fatores como raça, porte, genética, alimentação e condições de saúde. No caso do spaniel francês, a média de vida costuma ser de cerca de 15 anos — metade da idade alcançada por Lazare.
Casos de cães que ultrapassam duas décadas de vida costumam atrair interesse científico, principalmente por contribuírem com estudos sobre envelhecimento, genética e qualidade de vida animal.
A morte do cachorro também trouxe novamente ao debate os critérios utilizados por organizações internacionais na validação de recordes de longevidade. Nos últimos anos, entidades responsáveis por certificações passaram a exigir documentação veterinária detalhada, incluindo microchipagem, registros clínicos e comprovantes oficiais de nascimento.
Mesmo sem a confirmação definitiva do recorde, Lazare se tornou símbolo de longevidade animal e teve sua história repercutida pela imprensa internacional.