Jovem de 21 anos morreu em São Paulo após despencar sem corda
Por Redação Alvoroço

A morte da jovem Maria Eduarda, de 21 anos, no último sábado (13), colocou os holofotes em uma modalidade não muito popular: o Rope Jump. O esporte radical, que está em evidência devido ao caso que aconteceu no interior de São Paulo, já era marcado por uma tragédia que aconteceu com o próprio criador da atividade.
O Rope Jumping é um esporte de risco que consiste em um salto em queda livre enquanto o praticante está retido por cordas presas em pontos fixos. A modalidade foi inventada nos anos 1990, por Dan Osman, estadunidense conhecido por combinar técnicas de escalada com saltos de grandes alturas.
Em novembro de 1998, durante mais um das habituais práticas do aventureiro, Dan foi vítima de uma falha no sistema de cordas enquanto saltava na formação rochosa de Leaning Tower, no Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia, e despencou até a morte.
De acordo com a investigação, o rompimento do material de segurança não foi causado por desgaste, mas sim por uma mudança de ângulo do salto feita por Dan Osman. Quase 30 anos depois, a jovem brasileira também se tornou vítima devido a uma falha humana: a vítima teria sido lançada da estrutura sem que a corda de segurança estivesse devidamente conectada ao equipamento utilizado na atividade.