Senador é alvo de operação sobre fraude bilionária envolvendo o Banco Master
Por Paola Pedro

Aliados políticos de Jaques Wagner (PT-BA) demonstraram apoio após o senador se tornar alvo da Polícia Federal durante a 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada na manhã desta quinta-feira (18).
Nas redes sociais, o governador Jerônimo Rodrigues reafirmou confiar no senador e citou que “não é a primeira vez que o perseguem”. “Estive com o senador Jaques Wagner para levar meu abraço de amigo e companheiro. A Bahia conhece Wagner e sabe que sua história e legado são motivos de orgulho e inspiração”, escreveu.
“Nós, seus verdadeiros companheiros, não soltaremos sua mão, Wagner!”, completou.
O vice-governador Geraldo Junior também afirmou ter “orgulho de caminhar ao seu lado e de aprender com sua experiência, sua serenidade e sua dedicação à vida pública”. “Jaques Wagner construiu uma trajetória que orgulha a Bahia e o Brasil. Sua história é marcada pelo diálogo, pela firmeza nas convicções e pelo compromisso com quem mais precisa”, publicou.
“Wagner é uma referência política que ajudou a transformar a Bahia e segue contribuindo para o desenvolvimento do nosso estado e do nosso país. Conte sempre comigo, meu amigo. Que Deus continue lhe abençoando e lhe dando força para seguir trabalhando pelo povo baiano e brasileiro”, completou o vice-governador.
A deputada federal Lídice da Mata (PSB) foi mais uma baiana que compartilhou mensagem de apoio a Jaques Wagner: “Senador, a Bahia te respeita e lhe quer bem. Amigo da democracia e líder nato, você tem muito serviço a prestar ao nosso povo. Receba meu abraço!”
A vereadora Marta Rodrigues (PT) também se referiu à operação da PF como “perseguição”: “Jaques Wagner construiu décadas de serviço público com ética, coerência e reputação reconhecida. A operação deflagrada hoje [quinta, 18] traz de volta acusações antigas que sequer foram aceitas pela Justiça. Conhecemos esse manual. É o mesmo lavajatismo que perseguiu Lula e que agora tenta atingir uma das lideranças mais importantes da esquerda brasileira. O objetivo é claro: erguer uma cortina de fumaça para esconder o que o grupo de João Roma e ACM Neto tem a explicar”, publicou em seus perfis oficiais.
“Mas a Bahia sabe distinguir perseguição política de responsabilização. E sabe também do histórico de honestidade e transparência que o senador tem”, finalizou a publicação.